Pesca artesanal e suas características

Homem jogando sua rede ao mar ao anoitecer

A pesca artesanal é caracterizada pela sua produção em uma escala menor, e é exatamente esse processo que apresentar os fatores de importância social e econômico para as famílias que vivem às margens da costa brasileira.
Entre as principais características da pesca artesanal podemos apontar o fato de que o pescado deve ser utilizado como forma de subsistência e, no máximo, em venda de comércio local. Ademais, essa é uma atividade que está sendo difundida em todo o mundo, apresentando uma enorme importância para as nações que estão em desenvolvimento.
Normalmente, esse tipo de pesca é exercido pelos produtores autônomos, através das técnicas mais tradicionais de pesca em suas pequenas embarcações, apesar de apresentar baixo rendimento e lucro, essa prática é uma forma de contribuição para a alimentação de milhares de família e, de certa forma, é uma maneira de auxiliar com a erradicação da pobreza.

Quer saber mais? De acordo o site Infoescola, apesar de ser feita em pequena escala, a pesca artesanal emprega 25 vezes mais pessoas do que a pesca industrial, além de ser o método responsável por 50% do pescado consumido no mundo.
Dentro de todas as técnicas usadas para a pesca artesanal podemos citar a utilização da pesca de linha e anzol como uma das mais importantes, afinal, esse pequeno gesto pode reduzir a pesca acidentar das espécies que não são o alvo dos pescadores locais e dos peixes em idade juvenil, isso é uma forma de preservação a diversos peixes.

Como pescadores não podemos negar a importância da pesca artesanal não só para nós, até porque senão pensarmos nisso com frequência nossa profissão ou lazer acabará, mas para o mundo. Olhar a pesca não só como uma atividade comercial é uma forma de evitar mortes desnecessárias e sofrimento ao peixe. Uma dica para quem pesca por diversão, invista na pesca esportiva.

Mais sobre a pesca artesanal no Brasil e seus impactos

No Brasil essa pesca também é influenciada por fatores ambientais, econômicos e sociais, além dos fatores políticos, é claro. Segundo os dados do não mais existente Ministério da Pesca, em solo brasileiro existem mais de 1 milhão de pessoas registradas como pescadores artesanais pelo Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP).
Essa licença garante o acesso aos programas sociais do governo federal e a recepção do Seguro – Defeso, que é uma espécie de benefício oferecido durante o tempo de reprodução das espécies, que é quando a pesca se torna suspensa.
Não é surpresa que a pesca artesanal seja vista como uma prática mais amiga da natureza do que a pesca industrial. Nós já sabemos os porquês disso, boa parte das técnicas usadas pelos pescadores artesanais são positivas ao meio ambiente, além do fato da diminuição das capturas acidentais também podemos citar o ponto combustível que é melhor na artesanal.
Entretanto, esse segmento também possui o seu lado negativo para a nação e natureza. Mesmo com o esforço para o registro dos pescadores artesanais, a ilegalidade no meio da pescaria dificulta o trabalho do pescado, que pode virar alvo da pesca exploratória, ou seja, acima do poder de restabelecimento das espécies. É bom ficarmos de olho!

 

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